terça-feira, 26 de novembro de 2013


                Macaé - Rampa de Castelinho - Bicuda Pequena - RJ

 

 
 
Altitude: 400m. Desnível: 320m. Quadrante: SE|E|NE|N
Local: Rampa de Castelinho - Bicuda Pequena - Região Serrana - Macaé - RJ
Altitude: 400 metros
Desnível: 320 metros
Quadrante: SE|E|NE|N
WayPoint: S22 22,346 W42 08,598
Acesso: 19KM DO Trevo De RIO DOURADO (distrito de CASIMIRO DE ABREU).
Decolagem: Rampa de grama natural de fácil decolagem, com várias opções e possibilidades de decolagens simultâneas.
Pouso: MUITAS OPÇÕES DE POUSO , COM FÁCIL RESGATE.
Melhor Época: POSSIBILIDADE DE VÔ O ANO TODO.
Clube Responsável: CVLS- CLUBE VÔO LIVRE SERRAMAR.
Prós: FÁCIL ACESSO PARA TODOS OS TIPOS DE CARROS COM RESGATE DE 5 MINUTOS.
Contras: FALTA DE PLACAS QUE INDICAM O LOCAL DA RAMPA.
Informações gerais: RESTAURANTE COM COMIDA CASEIRA PROXIMO AO POUSO.
Recordes: SEM REGISTRO.
 
 
 
 
  

 

sábado, 23 de novembro de 2013

FUNEMAC recebe alunos de Bicuda Grande na Cidade Universitária


As visitas fazem parte do projeto Conhecendo a Cidade Universitária, que informa sobre as possibilidades de acesso ao ensino superior .
Vinte oito estudantes do Ensino Médio do Colégio Municipal Tarcísio Paes de Figueiredo, do distrito de Bicuda Grande, região serrana de Macaé, conheceram o polo universitário composto pela Faculdade Professor Miguel Ângelo da Silva Santos (FeMass), UFF e UFRJ.

As visitas fazem parte do projeto “Conhecendo a Cidade Universitária”, que informa sobre as possibilidades de acesso do cidadão ao ensino superior em Macaé, apresenta o polo universitário e os cursos oferecidos no espaço, localizado no bairro Granja dos Cavaleiros.

Os alunos receberam uma pasta com as informações de todos os cursos da FeMass. Em seguida, assistiram a palestras, conheceram laboratórios da universidade e o Espaço da Ciência, no Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental de Macaé (Nupem-UFRJ), Polo Barreto.

Segundo Sônia Cardoso, orientadora educacional da rede pública municipal, alunos do terceiro ano tiveram prioridade na visita, mas alguns estudantes do segundo e primeiro anos, que têm as melhores notas também participaram do passeio. “Essa visita é muito importante para o futuro deles e para a carreira que pretendem escolher”, destacou.

Bicuda... presente na história do montanhismo


                                                               Pico da Bicuda Grande
 
O Montanhismo nas suas Primeiras Décadas

Picos como o Itabira e a Pedra da Freira, ambos no Espírito Santo, o Pico Maior de Friburgo e a Chaminé Rio de Janeiro, esta situada na vertente sul do Corcovado - todos conquistados pelo Centro Excursionista Rio de Janeiro (CERJ) na segunda metade da década de 40 - são belos exemplos de um período notabilizado pelas grandes ascensões do escalador Sílvio Mendes. Em 1949, o Clube Excursionista Carioca (CEC), alcançava o Pico do Frade de Macaé e, no ano seguinte, a Pedra do Peito de Pomba, no mesmo município.

Na década de 50, o montanhismo brasileiro começou a ganhar projeção no exterior. O CEC empreendeu algumas expedições no continente sul-americano, trazendo as conquistas do Pico La Torre (Bolívia), Cerro São Paulo e Pico Brasil (ambos nos Andes Argentinos), além de uma ascensão ao Aconcágua; em 1957, duas montanhistas do CERJ conquistaram o Pico do Rio de Janeiro, também situado nos Andes Argentinos.

Em paralelo, CEC empeendia conquistas como as da Chaminé Gallotti (Pão de Açúcar), Agulha Guarischi (Niterói), Pedra Bicuda Grande (Macaé), Pontões de Afonso Cláudio (ES) e Chaminé Cachoeiro (segunda e mais difícil via de escalada da Pedra do Itabira, em Cachoeiro - ES), enquanto o CERJ conquistava, entre outras, o Chaminé Brasília (Colatina - ES).
 


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