segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Cachoeiros de Macaé
           Criado em 1892, o distrito de Cachoeiros de Macaé foi desmembrado da Freguesia de Nossa Senhora das Neves, com sede em Várzea Alta, constituindo na ocasião o 7º distrito de Macaé.
“Cachoeiros de Macaé, vira e mexe mudava de gênero, transformando em Cachoeiras simplesmente ou mesmo Cachoeiros, quando não lhe alteravam o grau: Cachoeiro ou Cachoeira. Durante algum tempo, na Segunda década deste século, foi ainda, Vargem Alta.” ( A. A PARADA, 1995 )
           Independente do nome, Cachoeiros de Macaé foi, em sua fase áurea, o celeiro de Macaé. Na década de 20, era líder no município, não só na produção de café, como também na de milho, arroz e feijão. Contendo na época a maior população da região e concentrando o maior número de propriedades rurais, Cachoeiros de Macaé era um rico distrito, e possuía um comércio intenso e forte. Possuía a maior usina de beneficiamento de café do município, localizada às margens da estrada de acesso à Areia Branca, de propriedade de José Euphrásio, onde se pilava toda a produção local e dos arredores. Sua grande torre perdura até hoje, como marco histórico e arquitetônico da grandeza de outrora, conhecida como o torreão. Somava com Glicério as áreas mais evoluídas, superando Neves, então em decadência.

            Servido pelo Rio Macaé, que corta toda a sua extensão, transportava toda a sua produção em lombo de burro, através das tradicionais tropas, até o ancoradouro das pranchas, localizado abaixo da Ponte da Figueira. A partir daí, as pranchas desciam o Rio Macaé até chegarem ao Porto da Farrula, em Macaé. De acordo com os mais antigos, algumas levavam os nomes de : Piaba, Itatiaia, Boa Sorte, Alice, Cobra Verde e Itaúna.

           A partir da crise do Café, a região sofre um grande baque em sua economia. Muitos fazendeiros tem de entregar suas terras por conta de dívidas; outros sobrevivem humildemente, apenas com as lembranças do passado próspero.

            Hoje, o distrito de Cachoeiros de Macaé possui a menor concentração populacional da região, e uma economia concentrada na pecuária. Entretanto, o distrito apresenta uma grande fatia da mata atlântica relativamente preservada, vários patrimônios naturais e um Parque Municipal. Além disso, apresenta um patrimônio histórico em forma de ruínas, como testemunho de seus anos de glória, que vem aumentando através de novas descobertas, e que podem ser exploradas através do turismo histórico.

                                                                         Adaptado por Alexandre Marcelo M. Macedo







               


                       Bicuda Pequena: Natureza e Alegria


         Falar de Bicuda Pequena não é difícil, embora seja difícil chegar lá! Bicuda Pequena é tudo! É verde, é alegria, cachoeiras, pássaros, sol e chuva, montanhas e vales verdejantes, gente acolhedora e simpática.
        Para chegar lá, basta pegar uma das duas vias principais: A primeira é a entrada do KM 26 na altura do Parque Atalaia, passando pela Areia Branca e Bicuda Grande.  São aproximadamente 25 km de estrada (uns 6km ainda sem asfalto). A segunda entrada é pela localidade de Rio Dourado (BR-101) com aproximadamente 17 KM.
        Chegando na Bicuda Pequena temos bem na entrada de Cachoeiros o Posto da guarda Florestal, a Escola Municipal Maria Augusta de Aguiar Franco, o Bar do Leôncio, bem na ponte antiga e estreita.
        Logo em seguida, tem o Condomínio Franco com vários moradores da localidade e de outros municípios do Estado do Rio. Tem o posto de saúde, recém reformado, a igreja batista, uma rua estreita á direita, casa a esquerda á beira do morro, bem em frente uma loja de ferramentas e utilidades do lar, uma padaria, seguindo em frente tem a Pensão da Alice, o antiguissimo sítio do Seu Albino (in memorian), o Mercado do Adão, e uma bifurcação: A direita pela ponte, tem o campo de futebol, um loteamento novo, tem o Mercado do Pastor Alcione, tem a Igreja da Assembléia, o Escorrega na Cachoeira, o Sítio da PIB de Macaé, a ponte de Lajes, a Igreja Batista de Lajes e Boa Alegria.
         Voltando na Bifurcação de Bicuda Pequena á esquerda tem o cemitério e subindo a montanha para Serro Frio tem um local de Salto de Parapente e Boa Vista seguindo para Barra do Sana.
         Como disse falar de Bicuda Pequena é fácil! Difícil é passar por lá e mais difícil ainda é não deixar de voltar!
                                       
                                                                                    Por: Alexandre Marcelo Messias Macedo
       

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012


                                            Viva a natureza na Bicuda Pequena e região.

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        São fotos profissionais dos mais diversos ângulos e paisagens:Riachos, cachoeiras, matas, animais e montanhas. Você que ama a natureza não pode deixar de clicar e contemplar essas maravilhas.

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