sábado, 19 de maio de 2012

                            Construindo o sucesso na vida e na liderança
 

José Maria de Souza

 Você já leu a terceira carta de João? Este pequeno texto fala sobre três pessoas pouco conhecidas no contexto bíblico. Não frequentaram a lista dos famosos, mas revelam verdades interessantes quanto à construção do sucesso na vida e na liderança.

 O destaque é Gaio, que é um líder amado, que está enfermo, gozando de saúde espiritual, fiel, comprometido e amoroso.

 O outro personagem é Diótrefes, que é vaidoso, egoísta, tem palavras maldosas, não recebe bem os outros, impede outros de receberem mesmo que estejam em dificuldades e os motiva a deixarem a igreja, sendo um mau exemplo.

 A outra pessoa do pequeno texto é Demétrio, que é um bom exemplo, tem bom testemunho dos de dentro e de fora. Quero destacar em Gaio as atitudes como sendo a chave para uma vida e liderança de sucesso.


·       Inteligência emocional é essencial


  A Carnegie Foudantion descobriu que para ser bem-sucedido num emprego, as habilidades relacionais são mais importantes do que o conhecimento. Eles chegaram a informações que dão conta que somente 15 por cento do sucesso de uma pessoa é determinado pelo conhecimento da tarefa e ou habilidades técnicas. Enquanto que 85 por cento é determinado por uma atitude individual e habilidade de se relacionar com os outros. Na moderna administração chamamos isso de inteligência emocional.

       A terceira carta de João aponta para algumas atitudes que resultam em uma liderança bem-sucedida, a partir do sucesso em relacionamentos humanos. Vejam as qualidades relacionais de Gaio: era fiel, comprometido, mas também era bem relacionado, mostrando uma atitude cristã positiva.

      A chave para o sucesso na maioria das tarefas é esta: “saiba que você tem de saber conviver com as pessoas”.

      É claro que precisamos de habilidades e capacitação, mas sem atitudes saudáveis em seus relacionamentos você não alcançará o máximo de suas possibilidades. Já li a afirmação que “10% da vida são feitos do que acontece com você, e 90% de como você responde ao que acontece com você”.


·       Você precisa ser uma pessoa ensinável


       A partir desse pequeno livro da Bíblia nós podemos descobrir alguns princípios que nos ajudam a crescer em nossas atitudes e habilidades pessoais, a fim de que tenhamos a vida e a liderança bem sucedida.

      Gaio recebe elogios por sua atitude positiva na liderança da igreja, vindos de João. Perguntamos, por quê? A resposta é simples. Entre outras virtudes, Gaio tinha a de ser uma pessoa ensinável.

      Há pessoas que sempre querem demonstrar saber tudo ou mais que os outros. Não se sentam para aprender nada. Sempre têm a última palavra e ai dos outros senão atentarem para o que dizem.

       Toda pessoa orgulhosa é cheia de si mesma e tem um senso de superioridade que a impede de aprender com quem quer que seja.

      Geralmente são pessoas que constantemente procuram o que está errado com as outras pessoas ou situações, mas não se esforçam para fazerem o que é certo.


·       Seja uma pessoa positiva

        Você conhece pessoas que são críticas e negativas em tudo? Há pessoas que quando você se aproxima delas cinco metros, já sente algo como uma energia de negatividade.

       Parece que você já se aproxima de alguém que o está sugando, e você sai de perto dessa pessoa desanimado.

       Estudando a Terceira Carta de João você verá que Gaio tinha uma atitude ensinável e viveu um estilo de vida positivo.Quando uma pessoa tem uma atitude saudável ela é sensível às necessidades e sentimentos dos outros.

       Como é sua atitude? Saiba que a sua atitude afeta todas as coisas em sua vida e afeta a vida dos outros. Então seja uma pessoa de atitude positiva.


·       Seja um construtor de unidade


          Uma vida e uma liderança bem sucedidas começam com quem é ensinável.  Todos recebemos o mesmo dom: liberdade de escolha. Cada um de nós tem o privilégio de escolher seu próprio caminho. Somente você pode escolher se vai ter uma atitude positiva ou negativa; saudável ou doentia; cooperativa ou destrutiva; grata ou ingrata.

        Sua atitude é uma escolha sua.  No seu dia a dia, escolha bem as palavras que você usa, pois elas servem para construir ou destruir a unidade.

        Em seu trabalho você pode escolher se vai ser alguém que constrói ou que destrói com suas atitudes e palavras. Se você sempre olha para as faltas do outro, o que está errado no trabalho, etc. Quebre o círculo vicioso de atitudes negativas, a partir de você. Sendo você uma pessoa de atitude positiva. 

       Você é construtor de unidade em seu trabalho, em seus relacionamentos?


·       Você precisa ter um viver íntegro


       Bem no fim do texto dessa carta de João, uma terceira pessoa é citada e muito pouco é conhecido dela, que possivelmente era colaborador de Gaio: Demétrio.

       Demétrio é um homem da verdade. Você pode confiar no que ele diz. A integridade torna você um ganhador no jogo da vida, em longo prazo, assim como a falta de integridade inviabiliza você para o sucesso na vida a curto, médio e longo prazo. Nós carecemos de pessoas que sejam inteiras, que vivam uma face só, que tenham um só jeito de ser e fazer as coisas.

       Quantos sorriem pra alguém e logo depois na primeira esquina, no primeiro encontro com outra pessoa, fazem comentários denegrindo-a, desonrando-a.

       A integridade deve passar por todos os caminhos da nossa vida: trabalho, negócios, família, liderança, relacionamentos. Ser íntegro é se como você é quando ninguém está por perto, ou está vendo você!

       Se depender de suas atitudes, em que proporção sua vida, sua família e no trabalho serão abençoados por você? E os relacionamentos no seu trabalho serão melhores, ou piores? Serão sadios, ou doentios?

        Nós precisamos ser pessoas humildes, ensináveis, edificadores, que vivam uma vida de integridade. Seja um profissional que faça a diferença e favoreça o sucesso pessoal e dos outros: Seja ensinável, seja um edificador, tenha integridade.


Adaptado por: Alexandre Marcelo M. Macedo

quarta-feira, 28 de março de 2012

                                                  Amizade
“Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer,
mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade
inquietante. A mim não interessam os bons de espírito nem os maus
de hábitos.Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. Deles
não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam dúvidas e
angústias e agüentem o que há de pior em mim. Para isso, só sendo
louco. Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e
peçam perdão pelas injustiças. Escolho meus amigos pela cara
lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero
também sua maior alegria. Amigo que não ri junto não sabe sofrer
junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade
seriedade.Não quero risos previsíveis nem choros piedosos. Quero
amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de
aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância
e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor
do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou. Pois os vendo loucos e
santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de
que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril”.
                                                                                          Oscar Wilde

sábado, 17 de março de 2012

                               Coletivo Nopok

Pela 1ª vez na Região Serrana do município de Macaé, o espetáculo No Pocket. Será na Bicuda Grande. Uma realização do Colégio Municipal Joaquim Augusto Borges - Gestão 2012-2014.

Passeando com a família na cidade de Búzios, encontrei essa dupla, que canta e encanta a todos e a todas de diversas faixas de idade. Uma idealização que visa valorizar a cultura do circo e apresentar as nossas crianças e jovens a cultura popular relacionada a cultura do circo.  São verdadeiros artistas de rua.

Por isso, leia a seguir o release do espetáculo e a ficha dos dois artistas:


"No Pocket - um espetáculo para todos os bolsos" é um espetáculo de circo, que utiliza as "charlas" clássicas, a música, a dança e a comédia física na criação de "gags" e cenas cômicas. O espetáculo é uma sucessão de números que exploram o virtuosismo técnico acompanhado por música ao vivo. O fio condutor da dramaturgia é a relação direta dos artistas com o público, sendo este um importante elemento no jogo estabelecido.

"No Pocket" foi concebido não para ser fechado e sim para se moldar a cada apresentação, sendo aberto ao improviso. A relação intensa com a plateia fornece vida ao espetáculo, o público torna-se mais um "ator" em cena, exigindo que os artistas estejam atentos e disponíveis para todo tipo situação. A construção do espetáculo acontece a cada apresentação, o que constitui um processo contínuo de amadurecimento do mesmo.

Nessa construção entram em cena referências da cultura popular atual misturadas às cenas clássicas do circo. O afeto despertado pelo reconhecimento de um produto da indústria cultural atual convive com um tipo de afeto que remete às reminiscências de outros tempos mais antigos, os tempos em que as pessoas se reuniam nas praças para assistir aos artistas de rua com seus números clássicos.

Daniel Poittevin



Fundador do Coletivo Nopok, junto a Fernando Nicolini, começou seu trabalho como artista em Montevidéu em 1998. Três anos depois, vem para o Brasil, com o intuito de aprofundar seu trabalho. Formou-se na Escola Nacional de Circo/RJ em 2006.

Antes de sua formação, passou por escolas como: Escola Nacional de Circo de Cuba, Escola de Circo Picadeiro/SP e no Atelier de Pesquisas Aéreas Nana Alves/RJ. Além de oficinas com mestres como: Chacovachi/ARG, Hugo Possolo/SP, Márcio Libar/RJ, Tomate/ARG, Jhonny Melville (entre outros).

Cômico, malabarista e músico. Também desenvolve técnicas como acrobacia aérea (trapézio simples, em balanço e tecido) e equilíbrios (rola-rola, corda bamba, monociclo).

Com o coletivo Nopok participou em vários festivais tanto na cena nacional como internacional.

Com o número "Xisto e Tiesto - em ritmo de festa" foi 1º colocado na Mostra Competitiva de Circo do FIL – Festival Intercambio de Linguagens 2009, 2º colocado na Mostra Competitiva do III Malabares Rio – Festival Internacional de Malabares 2010 e 3º colocado no FIL 2011. Nesses anos com o Coletivo Nopok realizou nas cidades de Arraial D’ajuda/BA (2008/09/10) e Búzios/RJ (2011/12) cinco temporadas de verão totalizando mais de 350 apresentações e total de público de mais de 60 mil pessoas.

Como coordenador do Coletivo Nopok realizou o projeto "No Pocket-circo nas praças" pelo Circuito das Artes 2010/SEC-RJ e "No Pocket – o Giro Continua", Circuito das Artes 2011/SEC-RJ.

Organizador da XIII Convenção Brasileira de Malabarismo e Circo realizada na cidade de Rio das Ostras em novembro de 2011.



Fernando Nicolini

Formado pela faculdade Angel Vianna de Dança Contemporânea (Licenciatura) e pela Escola Nacional de Circo (Ciclo Básico), buscando desenvolver sua linha cômica se aproximou de mestres como Leris Colombaioni, Marcio Libar, Daniela Carmona, entre outros. Como um dos fundadores, junto ao Coletivo Nopok, atua intensamente em espaços públicos do país.

Em 2008, na Espanha, com o grupo participou do Festival Callejero de Sopelana e do V Encontro de Teatro e Artes de Rua/Tuí.

No Brasil participou de festivais como: Revirada do Circo - SP/2010, Anjos do Picadeiro 6, 7 e 9, III Malabares Rio. E também das IX, XI e XII Convenções Brasileira de Malabarismo e Circo.

Com o número "Xisto e Tiesto - em ritmo de festa" foi 1º colocado na Mostra Competitiva de Circo do FIL – Festival Intercambio de Linguagens 2009 e 2º colocado na Mostra Competitiva do III Malabares Rio – Festival Internacional de Malabares 2010.

Nesses anos com o Coletivo Nopok realizou nas cidades de Arraial D’ajuda/BA (2008/09/10) e Búzios/RJ (2012) cinco temporadas de Verão totalizando mais de 350 apresentações e total de público de mais de 45 mil pessoas.

Como proponente do Coletivo Nopok realizou o projeto "No Pocket-circo nas praças" pelo Circuito das Artes 2010/SEC-RJ apresentando o espetáculo "No Pocket" nas cidades de Rio das Flores, São José de Ubá e São Sebastião do Alto e "No Pocket – o Giro Continua", Circuito das Artes 2011/SEC-RJ.

Em 2011 participou de Palco Giratório/SESC com o grupo Namakaca (SP), como parte do elenco do espetáculo "É nóis na Xita". Organizador da XIII Convenção Brasileira de Malabarismo e Circo realizada na cidade de Rio das Ostras em novembro de 2011.


                                                                   Alexandre Marcelo Messias Macedo